• O GrupoQuem Somos
  • eEDUCATICs na Educação
  • USEMPAForte braço social
  • Agência IOBTradição&Qualidade
  • DestaquesFique ligado(a)...
  • ContatoOnde estamos
HomeO GRUPO

Ideias novas & educação? Nós trabalhamos com isso!

O Grupo eEDUCA congrega empresas jovens que, juntas, somam mais de 60 anos de experiência em projetos educacionais voltados à formação profissional de adultos para os mais diversos ofícios.

Leia mais

Nossos parceiros. Use as setas para conhecê-los.

  • Ampla Educação Integral

  • Goldsztein Cyrela

  • Tintas Killing

  • Associação Gravataiense
    de Engenh. e Arquitetos

  • Pauluzzi Blocos Cerâmicos

  • Maifer Rerformas e Construções

MULHERES NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Estamos fazendo igualdade.

O Grupo eEDUCA, através de seu braço social, a Usina de Emprego e Autonomia (USEMPA) desenvolve cursos de qualificação para a construção civil destinados a homens e mulheres. Todavia, as características peculiares do perfil feminino têm incrementado muito a oferta de cursos para mulheres.

Assim, em turmas mistas ou exclusivas para mulheres, estamos construindo a igualdade nos canteiros de obra, abrindo espaços importantes para o trabalho da mulher e contribuindo com uma das áreas mais estratégicas para o desenvolvimento do país.Grupo eEDUCA

Conheça a USEMPA

Últimas Notícias

Fundação Maçônica Educacional e Grupo eEDUCA visitam Secretaria de Desenvolvimento de Canoas

 

Em uma reunião de pouco mais de 1h, ontem dia 14.07 em Canoas, a coordenadora do Grupo eEDUCA, Professora Lígia Futterleib, e o Presidente da Fundação Maçônica Educacional – FME, Nivaldo Brum, se reuniram com lideranças da cidade de Canoas. O encontro serviu para aproximar as entidades na busca de soluções, através da educação e profissionalização, para moradores do município de Canoas.

 

A maçonaria é composta por 220 Lojas (da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul) mais as Lojas do Grande Oriente do Brasil – GOB, e do Grande Oriente do Rio Grande do Sul – GORGS. Com isso somamos mais de 15 mil maçons espalhados pelo Rio Grande, comentou Nivaldo Brum em referência a força da instituição junto a projetos sociais. Com o Grupo eEDUCA, buscamos a consolidação e profissionalização dos projetos entre eles o Sonho de Liberdade, Nivaldo.

 

Após apresentação dos projetos da FME (entre eles o Sonho de Liberdade), Nivaldo Brum destacou – elogiosamente – os constantes esforços que se tem observado na mídia, da Prefeitura de Canoas.

 

Para a Professora Lígia (o Grupo eEDUCA é parceiro antigo da Pref. de Canoas nos projetos Frentes Emergenciais de Trabalho e Mulheres Construindo Autonomia) a possível união entre as entidades virá para consolidar o fortalecimento da atual política do Prefeito Jairo Jorge.

 

O Projeto Sonho de Liberdade (uma ideia que nasceu na Loja Obreiros da Caridade n° 178) prevê 240h em 8 semanas e 6h/aula dia, e que já nasceu com apoio de parceiro relevantes como Tintas Killing, comentou a Prof. Futterleib.

 

A reunião foi uma grande trocas de informações de um lado o Projeto Sonho de Liberdade (FME e eEDUCA) e do outro a Secretaria de Desenvolvimento Social e SUSEPE com o Projeto Recomeçar.

 

Projeto Recomeçar

A Secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Sra. Márcia Falcão explicou – em sua apresentação referente ao projeto – que o Recomeçar proporciona qualificação técnica e remuneração.  Os detentos do regime semi-aberto trabalham 8h/dia recebendo um salário de 75% equivalente ao salário mínimo. Com isso há reintegração dos apenas na sociedade. O Projeto trabalha os eixos Laboral e Social.

Márcia acredita na comunidade maçônica que já atua fazendo a diferença em Canoas: Os maçons – com suas lideranças – tem muito a contribuir com o emprego de apenados em Canoas.

 

Ao término da reunião houve tanto a Prefeitura de Canoas quanto a FME e o eEDUCA, se comprometeram em encontrar alternativas para viabilizar economicamente ambos os projetos.

 

 



Data: 15/07/2011 - Horário: 15h55min

Desde a criação de lei para incentivar projetos sociais, R$ 156 milhões oferecidos na forma de renúncia fiscal não foram usados

  

Criada para incentivar a realização de projetos sociais, a Lei da Solidariedade poderia estar ajudando mais gaúchos. Dos R$ 196 milhões oferecidos em sete anos pelo governo do Estado na forma de renúncia do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), apenas R$ 40 milhões foram efetivamente empregados pelas empresas.

Acada ano, o governo oferece às companhias gaúchas renúncia de ICMS de até R$ 28 milhões para que patrocinem projetos com foco em crianças, adolescentes, idosos e ambiente, por exemplo. O montante investido na área social pode chegar a R$ 37 milhões por ano, devido à contrapartida prevista às empresas participantes (25% do valor repassado ao projeto via renúncia fiscal).

Desde 2004, quando as empresas começaram a se utilizar das vantagens da lei, a participação é inferior ao esperado ano após ano. Nos três primeiros anos, foram investidos R$ 6,2 milhões em ações sociais, sendo que 72% dos recursos foram destinados a apenas três projetos. O dinheiro ficou concentrado em somente 17 municípios gaúchos.

– As empresas têm conhecimento da lei, mas acho que ainda falta convencimento da importância de participar. Não faltam projetos, mas empresas dispostas a financiá-los – avalia o coordenador do Programa de Apoio à Inclusão e Promoção Social (Lei da Solidariedade).

O pico de captação ocorreu em 2010, quando foram atingidos R$ 10 milhões. A criação da Rede Parceria Social, em 2007, contribuiu para mudar o panorama inicial. Com o surgimento do mecanismo que organiza e facilita o contato entre empresas e entidades sociais de diferentes regiões, os recursos passaram a ser melhor distribuídos. No ano passado, 310 projetos foram contemplados.

Se com R$ 40 milhões foi possível apoiar 850 projetos e beneficiar mais de 90 mil pessoas, com os R$ 156 milhões que voltaram aos cofres públicos os números poderiam ser melhores.

Neste ano, R$ 10 milhões estão garantidos para 250 projetos, segundo a Secretaria Estadual do Trabalho e do Desenvolvimento Social. O montante ainda possível de captação é de R$ 18 milhões.

Além do incentivo direto às entidades sociais, levantamento feito pela Fundação de Economia e Estatística apontou que 19,6% do montante oferecido por meio da Lei da Solidariedade retornou em impostos ao Estado.

Uma das empresas que mais contribuíram com projetos sociais por meio da lei é a Randon, de Caxias do Sul. Serão R$ 400 mil neste ano. Por meio do Instituto Elisabetha Randon, as empresas do grupo ajudam 14 organizações não governamentais (ONGs) que oferecem atividades como reforço escolar e oficinas em várias regiões do Estado.

– Atualmente, repassamos recursos para uma ONG de Alegrete. Se não fosse a rede, possivelmente não conheceríamos esse projeto – explica Maurien Barbosa, diretora-presidente do Instituto Elisabetha Randon.

FONTE: maicon.bock@zerohora.com.br

 



Data: 15/07/2011 - Horário: 11h44min

Anteriores

FONE (51) 3051 5730 - FAX 3051 5705TOPO

eEDUCA - 2011  |  Todos os Direitos Reservados. Grupo eEDUCA: Sede Administrativa: Rua Alberto Torres, nº 65. Centro. Canoas, RS. CEP 92310-020. Fone (51) 3051.5730